Med Imagem adota o uso de sacolas biodegradáveis
Cadastrado em: 18/06/2010
Sacola Med Imagem com selo de material biodegradável
A cada minuto, são produzidas no mundo um milhão de sacolas de plástico. No Brasil, 250 milhões de sacolas são distribuídas por semana. O que as pessoas não imaginam é que para a decomposição delas, são necessários 300 anos. É uma poluição imensa. Cabe a todos o dever de tomar atitudes que visem diminuir seu uso, como a substituição por sacolas biodegradáveis (também chamadas oxi-biodegradáveis), que se decompõem entre seis e 18 meses.
Entrou em vigor no início do ano uma lei municipal que obriga estabelecimentos comerciais, farmácias, laboratórios de análises clínicas e hospitais a usarem sacolas biodegradáveis, de papel, ou de tecidos retornáveis e estipulou um prazo para que os responsáveis por essas empresas se adaptem à exigência da lei.
![]() Cleiton Vasconcelos confirma preocupação com sustentabilidade |
As sacolinhas brancas da Med Imagem são bastante conhecidas em Teresina. Elas geralmente são usadas no recebimento de exames e o volume de distribuição chega a nove mil por mês. Pensando na preservação do meio ambiente, e atendendo à determinação da lei, a Med Imagem substituiu a distribuição de sacolas de plástico comum pela biodegradável desde o mês passado. Elas continuam com a mesma aparência, mas agora, são ecologicamente corretas.
![]() Dona Maria Inês achou a iniciativa excelente |
Segundo o coordenador de compras da Med Imagem, Cleiton Vasconcelos, esta atitude da empresa não é só por conta lei. “Fizemos esta mudança preocupados com a sustentabilidade do meio em que vivemos. Esse tipo de atitude tem um retorno positivo não só para a natureza, mas a longo prazo, também para a empresa e para todos nós” afirma ele.
Maria Inês de Oliveira faz seus exames na Med Imagem há muitos anos e achou a atitude excelente. “Os plásticos demoram muito tempo poluindo o meio ambiente, e o lixo é um dos maiores problemas da atualidade. Acredito que outras empresas devam ver isso como exemplo a ser seguido”, conclui dona Maria.
Felipe Pereira
18/06/2010
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