Notícias / Qualidade de vida

‘Experiência sensitiva complexa e desagradável que leva a reações e emoções que frequentemente são desproporcionais à natureza ou a magnitude do tecido alvo’. Essa é a definição mais científica para a famosa ‘dor’. No caso dos pacientes em fase de dor crônica, ou seja, com mais de três meses, a medicina classifica em casos neuropáticos e oncológicos. As dores neuropáticas podem ser: nos braços, na cabeça, na coluna, na face e no tórax. Os outros casos são geralmente procedentes da oncologia.
Nos casos de câncer, a dor se apresenta em cerca de 25% dos pacientes ainda no momento do diagnóstico. Em fases mais avançadas da doença, mais de 90% deles apresentam dor. O algologista é o médico especialista que estuda e trata a dor, e geralmente é neurocirurgião ou anestesista. Segundo o algologista da Oncomédica, dr. Luiz Mamede, “Os outros médicos têm noções mais empíricos, ou seja, práticas, e o especialista tem conhecimentos para realizar atendimento específico para as pessoas que sentem dor”.
Na Oncomédica, o dr. Luiz Mamede acompanha os casos com o objetivo de dar melhor qualidade de vida aos pacientes, para que, além da doença em si, eles não tenham que conviver com a dor. Para isso, ele realiza um trabalho juntamente com uma equipe multidisciplinar, formada por oncologistas, fisiologistas, psicólogos, psiquiatras, enfermeiros, fisiatras, neurocirurgiões.
”O paciente com câncer tem que lidar com uma série de distúrbios causados pela doença, como a depressão, o medo da morte, o medo de deixar os familiares em situações de restrições como a financeira, e ainda a hostilidade alheia, daí a importância de afastar a dor dele” ressalta o Dr. Luiz Mamede. Ele diz ainda que a redução, ou eliminação, da dor é o primeiro passo, mas existem maneiras de melhorar a qualidade de vida, como: fazendo uma alimentação balanceada, mantendo um sono reparador e mantendo a vida social mais próxima do normal. A equipe multidisciplinar é essencial para fazer tudo isso.
No tratamento da dor em pacientes oncológicos, o algologista explica que são usados medicamentos conhecidos como opióides, psicoterapia e nos casos mais graves, quando os pacientes sentem mais dor, são realizados bloqueios anestésicos no nervo que conduz a dor. Ele finaliza explicando que cada caso é elaborado um tratamento específico.
Felipe Pereira
23/07/2010
Casos de dores oncológicas têm resultados satisfatórios com médico algologista
Cadastrado em: 23/07/2010
Nos casos de câncer, a dor se apresenta em cerca de 25% dos pacientes ainda no momento do diagnóstico. Em fases mais avançadas da doença, mais de 90% deles apresentam dor. O algologista é o médico especialista que estuda e trata a dor, e geralmente é neurocirurgião ou anestesista. Segundo o algologista da Oncomédica, dr. Luiz Mamede, “Os outros médicos têm noções mais empíricos, ou seja, práticas, e o especialista tem conhecimentos para realizar atendimento específico para as pessoas que sentem dor”.
Na Oncomédica, o dr. Luiz Mamede acompanha os casos com o objetivo de dar melhor qualidade de vida aos pacientes, para que, além da doença em si, eles não tenham que conviver com a dor. Para isso, ele realiza um trabalho juntamente com uma equipe multidisciplinar, formada por oncologistas, fisiologistas, psicólogos, psiquiatras, enfermeiros, fisiatras, neurocirurgiões.
”O paciente com câncer tem que lidar com uma série de distúrbios causados pela doença, como a depressão, o medo da morte, o medo de deixar os familiares em situações de restrições como a financeira, e ainda a hostilidade alheia, daí a importância de afastar a dor dele” ressalta o Dr. Luiz Mamede. Ele diz ainda que a redução, ou eliminação, da dor é o primeiro passo, mas existem maneiras de melhorar a qualidade de vida, como: fazendo uma alimentação balanceada, mantendo um sono reparador e mantendo a vida social mais próxima do normal. A equipe multidisciplinar é essencial para fazer tudo isso.
No tratamento da dor em pacientes oncológicos, o algologista explica que são usados medicamentos conhecidos como opióides, psicoterapia e nos casos mais graves, quando os pacientes sentem mais dor, são realizados bloqueios anestésicos no nervo que conduz a dor. Ele finaliza explicando que cada caso é elaborado um tratamento específico.
Felipe Pereira
23/07/2010
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